Em épocas de controvérisa, todos querem pôr o dedo na ferida. Nada mais adequado que um vale-tudo em directo da arena, pelos sofás adentro, qual suor pingando até à segunda fila.
O senhor da mão no ar, o que assinala bem centrado no ringue o fim de cada round, representado por esse ícone jornalístico, Fátinha.
Neutra como sempre (a tendência que demonstra é só para o profissionalismo e para o bem-vestir ), num estilo a que todos já nos habituámos, habita-nos as noites de 2ª feira tão intensamente que se não fosse pelas altas horas, até ia lá ao Teatro Armando Cortez dar-lhe um beijinho repenicadinho - já que fica tão pertinho da minha casinha. Um verdadeiro docinho, essa senhora. Coisa ma' rica e ma' boa.
São os novos tempos. É assim mesmo.
(Entretanto, alguém quer fazer comigo um abaixo-assinado para essa senhora ir parar ao desemprego? Foi só uma sugestão, pronto. )